Prefeitura disponibiliza cerca de 3 mil vacinas contra aftosa e raiva para pequenos produtores
Publicado por GuiaVR [GuiaVR] em 27/5/2010 (113 leituras)
O secretário de Meio Ambiente, da prefeitura de Volta Redonda, Carlos Amaro, informou que a prefeitura já fez a aquisição no início da semana e já está atendendo com a doação de vacinas na primeira etapa da campanha contra a febre aftosa e contra a raiva bovina, aos pequenos produtores de gado, donos de 01 a 100 cabeças à larga. A secretaria está disponibilizando 3 mil doses da vacina contra a febre aftosa e 3 mil doses da vacina contra a raiva bovina.
A vacinação contra aftosa é obrigatória para os produtores rurais, donos de rebanho, que comercializam os animais e os produtos derivados da agropecuária. Segundo o secretário de Meio Ambiente, além de fazer a doação aos pequenos produtores rurais, a equipe da secretaria também vai até as propriedades rurais para fazer a vacinação, desde que os pedidos sejam agendados através dos telefones da secretaria municipal, ou pelo 08000 26 0566, no horário das 14h às 18 horas.
A secretaria municipal de Meio Ambiente prioriza o atendimento aos pequenos produtores rurais, donos de 01 a 100 cabeças de gado à larga. O técnico do departamento de agropecuária da secretaria ambiental, Marco José Messias, disse que Volta Redonda conta com um rebanho de 8 mil cabeças. A segunda etapa da campanha começa em outubro. A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória. Quem não vacina o gado, pode sofrer interdição da sua propriedade pelas autoridades sanitárias.
Marco Messias explicou que o estado do Rio é considerado um estado livre da febre aftosa com vacinação, conforme é atestado pela secretaria estadual de Agricultura e por uma empresa francesa, que faz o monitoramento internacional dos rebanhos não contaminados pela doença. Quem não vacina o rebanho, poderá por Lei, ser impedido de comercializar o gado e os produtos derivados da carne e o leite. A vigilância Sanitária Estadual emite um certificado que o rebanho foi vacinado, o que garante o transporte e a comercialização dos produtos.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a febre pode contaminar o gado através de um vírus que ataca a língua e os cascos do animal, impedindo o gado de comer e andar, causando a sua morte. Se houver foco da febre numa fazenda, contamina num raio de 10 km das outras propriedades à volta. A propriedade com o foco da doença aftosa, depende de um isolamento e ação rápida das autoridades sanitárias do país.
Num caso de foco da doença, todos os animais contaminados terão que ser abatidos. Não podendo haver consumo nem da carne e nem do leite. O prejuízo para os produtores é imenso no caso de aparecimento de focos da doença numa propriedade rural. A vacinação do gado é uma decisão correta e preventiva contra a febre e a raiva, doenças que matam o rebanho bovino.
Fonte: PMVR
A vacinação contra aftosa é obrigatória para os produtores rurais, donos de rebanho, que comercializam os animais e os produtos derivados da agropecuária. Segundo o secretário de Meio Ambiente, além de fazer a doação aos pequenos produtores rurais, a equipe da secretaria também vai até as propriedades rurais para fazer a vacinação, desde que os pedidos sejam agendados através dos telefones da secretaria municipal, ou pelo 08000 26 0566, no horário das 14h às 18 horas.
A secretaria municipal de Meio Ambiente prioriza o atendimento aos pequenos produtores rurais, donos de 01 a 100 cabeças de gado à larga. O técnico do departamento de agropecuária da secretaria ambiental, Marco José Messias, disse que Volta Redonda conta com um rebanho de 8 mil cabeças. A segunda etapa da campanha começa em outubro. A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória. Quem não vacina o gado, pode sofrer interdição da sua propriedade pelas autoridades sanitárias.
Marco Messias explicou que o estado do Rio é considerado um estado livre da febre aftosa com vacinação, conforme é atestado pela secretaria estadual de Agricultura e por uma empresa francesa, que faz o monitoramento internacional dos rebanhos não contaminados pela doença. Quem não vacina o rebanho, poderá por Lei, ser impedido de comercializar o gado e os produtos derivados da carne e o leite. A vigilância Sanitária Estadual emite um certificado que o rebanho foi vacinado, o que garante o transporte e a comercialização dos produtos.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a febre pode contaminar o gado através de um vírus que ataca a língua e os cascos do animal, impedindo o gado de comer e andar, causando a sua morte. Se houver foco da febre numa fazenda, contamina num raio de 10 km das outras propriedades à volta. A propriedade com o foco da doença aftosa, depende de um isolamento e ação rápida das autoridades sanitárias do país.
Num caso de foco da doença, todos os animais contaminados terão que ser abatidos. Não podendo haver consumo nem da carne e nem do leite. O prejuízo para os produtores é imenso no caso de aparecimento de focos da doença numa propriedade rural. A vacinação do gado é uma decisão correta e preventiva contra a febre e a raiva, doenças que matam o rebanho bovino.
Fonte: PMVR
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